[Entomofungo-l] RES: Mensagem do Rogério
José Eduardo Marcondes de Almeida
jemalmeida em biologico.sp.gov.br
Segunda Abril 13 14:42:57 BRT 2009
Boa tarde a todos!
Estou sentindo que entramos num impasse e se não houver uma participação de
todos os membros vai ficar somente entre o Marcos Faria, Ítalo, Rogério e
eu, o que seria muito ruim.
Vamos tentar definir algumas linhas de discussão:
- Podemos usar o teste que apresentei numas mensagens anteriores como base
para a análise de viabilidade? (Só um comentário - 99,99% dos materiais que
recebo para análises são arroz + fungo e não são de assessorados, tem 3 anos
que não aparece um produto em óleo ou outra formulação).
- Podemos definir faixas de viabilidade de produtos? Minha sugestão:
81 a 100% - Ótimo
71 a 80% - Bom
Abaixo de 70% - Ruim
Precisamos nos lembrar sempre que a Rede Entomofungo deve discutir somente
fungos entomopatogênicos, pois se colocarmos os fungos usados no controle
biológico de doenças vai complicar muito e podemos criar dificuldades com os
colegas fitopatologistas.
Um abraço
JOSÉ EDUARDO MARCONDES DE ALMEIDA
Engo. Agrônomo - Dr em Entomologia
Pesquisador Científico
Instituto Biológico
Centro Experimental - Lab. de Controle Biológico
Rod. Heitor Penteado, km 3
Caixa Postal 70
Campinas-SP CEP 13001-970
Fone/fax: + 55 19 3252 2942
www.biologico.sp.gov.br
"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará...(Jesus Cristo)" João 8:
32
-----Mensagem original-----
De: entomofungo-l-bounces em rumba.ufla.br
[mailto:entomofungo-l-bounces em rumba.ufla.br] Em nome de Rogério Biaggioni
Lopes
Enviada em: segunda-feira, 13 de abril de 2009 09:45
Para: entomofungo-l em rumba.ufla.br; Marcos Faria
Cc: dgpdoliv em esalq.usp.br
Assunto: Re: [Entomofungo-l] Mensagem do Rogério
Marcos,
Realmente não é adicionar um fungicida ou aumentar os tempos de leitura que
vão encarecer a análise. Como disse, pequenas alterações no protocolo
sugerido pelo Zé, como essas e algumas outras são importantes se a análise
ficar mais precisa. Assim como detalhes do procedimento das análise de óleo
que nós já colocamos e a dissertação do Daian pode reforçar. O importante é
deixar o laudo claro de forma a evitar confusões. O consumidor tem que ter
uma informação que diga se o produto está bom ou ruim em relação ao que o
fabricante coloca no rótulo.
Pessoalmente acho que temos que nos concentrar em definir a qualidade do
produto confrontando as informações na análise com as do fabricante. E não
criar um padrão de produto que julgamos adequado. Não sei se consegui ser
claro, mas segue exemplo:
Produto A - rótulo =1x10^13 viáveis/Kg; análise = 95% de viabilidade e
concentração de 1,5x10^13/Kg - produto bom
Produto B - rótulo =1x10^10 viáveis/Kg; analise = 95% de viabilidade e
concentração de 1,5x10^10/kg - produto bom
Veja que não é porque o produto tem menor concentração declarada que ele é
pior, em relação a análise ele está bom. Imaginemos por exemplo produtos a
base de esporos de Entomophthorales, possivelmente a concetração de esporos
seja bem biaxa em relação a um produto a bese de Beauveria, mas o fungo faz
efeito assim mesmo. Isso ocorre também com Lecanicillium, em que menos
esporos podem ocasionar uma epizootia e o produto fazer o efeito. Mesmo em
Metarhizuim e Beauveria, diferenças entre isolados e formulações podem fazer
um produto menos concentrado ser mais eficaz. Experimentalmente em ensaios
ou no campo é que essa infromação aparece, mas esses que podem ser os
estudos extra que eu me referia, a critério do interessado.
Abs
Rogério
----- Original Message -----
From: "Marcos Faria" <mrf39 em cornell.edu>
To: <entomofungo-l em rumba.ufla.br>
Cc: <dgpdoliv em esalq.usp.br>
Sent: Friday, April 10, 2009 12:55 PM
Subject: [Entomofungo-l] Mensagem do Rogério
Mais detalhes sobre a lista de discussão Entomofungo-l